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"Monumento ao Nunca Mais" vai ser inaugurado na Câmara
Qua, 29 de Outubro de 2014 16:43

A Comissão da Anistia do Ministério da Justiça e a Comissão da Verdade da Câmara Municipal de Florianópolis realizam nesta quinta-feira, 30 de outubro, às 16h30, a inauguração do “Monumento ao Nunca Mais”, uma homenagem à resistência e à luta pela anistia. A programação compõe o Ciclo de Atividades da Comissão de Anistia no contexto do cinquentenário do golpe no Brasil e o Congresso Internacional dos Direitos Humanos “Barbárie ou Civilização. Os 23 Anos do Movimento Direito Alternativo”.

O Marco integra o projeto “Trilhas da Anistia – Marcas de Caravanas e Recontes de Histórias”, uma parceria entre a Comissão de Anistia no âmbito do Projeto Marcas da Memória e a ONG Agência Livre para a Informação, Cidadania e Educação (ALICE), que prevê a instalação de dez monumentos por diversas cidades do país como uma forma de incorporar a história ao cenário urbano. Os municípios que receberam os monumentos são: Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Ipatinga (MG), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE) e Porto Alegre (RS); e ainda receberão Brasília (DF) e Florianópolis (SC).

Na Capital Catarinense, o painel será instalado no Prédio da Câmara Municipal de Florianópolis, na rampa de acesso ao Plenário. A concepção artística do monumento é da artista plástica Cristina Pozzobon e o projeto executivo é assinado pelo arquiteto urbanista Tiago Balem. A obra representa passado e presente, relacionando dor e superação. De acordo com os artistas, as figuras que compõem o desenho olham para si com o olhar do outro. Mostram sua dor, mas reafirmam sua dignidade e sua luta. Diante do sol, a representação da liberdade, um novo momento começa a nascer.

O propósito do projeto é resgatar a memória da repressão e das lutas populares contra atos lesivos aos direitos humanos praticados por regimes de exceção vividos no Brasil entre os anos de 1946 e 1988, além de ser uma homenagem a todos os homens e mulheres que resistiram à ditadura e, por isso, foram vítimas de perseguições políticas, torturas, mortes e desaparecimentos.

Na oportunidade será lançado o livro “AI-5 na academia: o Manual do Lead usado pelos golpistas de 1964 para punir o ensino de Jornalismo”, da jornalista Roseméri Laurindo. Haverá também uma exposição de fotos alusivas ao tema.

 

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